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Relatos de uso de tecnologias educacionais na educação permanente de profissionais de saúde no sistema Universidade Aberta do SUS
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Titulo :

Relatos de uso de tecnologias educacionais na educação permanente de profissionais de saúde no sistema Universidade Aberta do SUS

Resumo :

Relatos de uso de tecnologias educacionais na educação permanente de profissionais de saúde no sistema Universidade Aberta do SUS

Autores :

Cristine Martins Gomes de Gusmão | Sandra de Albuquerque Siebra Vildeane da Rocha Borba | Júlio Venâncio de Menezes Júnior | Carlos Alberto Pereira de Oliveira Edinalva Neves Nascimento | Vinicius de Araújo Oliveira

Referência :

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Descritores :

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MÓDUlO 6: Planejamento e Avaliação das Ações de Saúde
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MÓDUlO 6: Planejamento e Avaliação das Ações de Saúde

Resumo :

Capacitação de Profissionais dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) do Mato Grosso do Sul

Autores :

Débora Dupas G. Nascimento, Michele Peixoto Quevedo, Fernanda Rocco Oliveira, Rosani Pagani

Referência :

ANDER-EGG, E. Introducción a la planificacion estratégica. Buenos Aires: Lumen Humanitas, 2007. BOMFIM, R. L. D. Formulação de políticas e planejamento. In: GONDIM, R. et al (Org.). Qualificação de Gestores do SUS. Rio de Janeiro: ENSP/Fiocruz, 2011. p. 357-380. BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema de Planejamento do SUS (PlanejaSUS):uma construção coletiva: trajetória e orientações de operacionalização Brasília: Ministério da Saúde/OPAS, 2009. 318 p. (Série B. Textos Básicos de Saúde). COLLAZOZ, K. L.; BRASIL, L. M. Sistemas de informação em saúde. In: BRASIL, L. M. (Org.). Informática em Saúde .Brasília: Universa, 2008. p. 209-19.

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MÓDULO 5: Construção das Redes de Atenção à Saúde
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MÓDULO 5: Construção das Redes de Atenção à Saúde

Resumo :

Capacitação de Profissionais dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) do Mato Grosso do Sul

Autores :

Fernanda Rocco Oliveira, Michele Peixoto Quevedo, Débora Dupas G. Nascimento, Rosani Pagani

Referência :

Bittencourt, O. N. S.; Neto, F. J. K. Rede Social no Sistema de Saúde: um Estudo das Relações Interorganizacionais em Unidades de Serviços de HIV/AIDS. In: Revista da Administração Contemporânea, v. 13, n. 6, p. 87-104, 2009. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Diretrizes do NASF: Núcleo de Apoio a Saúde da Família / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília : Ministério da Saúde, p.160. 2010a. il. (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Caderno de Atenção Básica, n. 27). Brasil. Ministério da Saúde. Grupo Técnico da Comissão Intergestores Tripartite. Diretrizes para Organização das Redes de Atenção à Saúde do SUS. Brasília, 2010. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/ arquivos/pdf/2b_221210.pdf

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MÓDULO 4: Educação Popular em Saúde
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MÓDULO 4: Educação Popular em Saúde

Resumo :

Capacitação de Profissionais dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) do Mato Grosso do Sul

Autores :

Rosani Pagani, Débora Dupas G. Nascimento, Michele Peixoto Quevedo, Fernanda Rocco Oliveira

Referência :

ALVES, V. S. Um modelo de educação em saúde para o Programa Saúde da Família. Interface: Comunicação, Saúde e Educação, v. 9, n. 16, p. 39-52, 2004/2005. BRANDÃO, C. R. et al. (Org.). A questão política da educação popular. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 1980. BRASIL. Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e outras providências. Brasília (DF), 1990. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento da Gestão da Educação na Saúde. Curso de formação de facilitadores de educação permanente em saúde: unidade de aprendizagem análise do contexto da gestão e das práticas de saúde. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2005. p. 117-34. Texto 7: Educação Permanente em Saúde como estratégia de gestão de coletivos.

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MÓDULO 3: As possibilidades e o fazer da equipe do Núcleo de Apoio a Saúde da Família
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MÓDULO 3: As possibilidades e o fazer da equipe do Núcleo de Apoio a Saúde da Família

Resumo :

Capacitação de Profissionais dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) do Mato Grosso do Sul

Autores :

Rosani Pagani, Débora Dupas G. Nascimento, Michele Peixoto Quevedo, Fernanda Rocco Oliveira

Referência :

ANDRADE, L. O. M.; BARRETO, I. C. H. C.; FONSECA, C. D. A Estratégia Saúde da Família. In. DUNCAN, B. B.; SCHMIDT, M. I.; GIUGLIANI, E. R. J. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em evidências. 3. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2004. BATISTA FILHO, M.; RISSIN, A. A transição nutricional no Brasil: tendências regionais e temporais. Cad. Saúde Públ., v.19 (supl. 1), p. 181-91, 2003. BONETTI, D. A. et al. Serviço Social e ética: convite a uma práxis. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2001. BOWER, P. et al. Collaborative care for depression in primary care: Making sense of a complex intervention: systematic review and meta-regression. Brit. J. Psych., v. 189, n.6, p. 484-93, 2006. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria n° 1.065, de 4 de julho de 2005. Credencia municípios conforme quantitativo e modalidade definidos, para receber o incentivo financeiro aos criou o Núcleo de Atenção Integral na Saúde da Família (NAISF).

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MÓDULO 2: O Cuidado como Prática Reflexiva
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MÓDULO 2: O Cuidado como Prática Reflexiva

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Capacitação de Profissionais dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) do Mato Grosso do Sul

Autores :

Michele Peixoto Quevedo, Fernanda Rocco Oliveira, Débora Dupas G. do Nascimento, Rosani Pagani

Referência :

ALMEIDA FILHO, N. Transdiciplinaridade e saúde coletiva. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro,II(1/2):5-20, 1997. ARAÚJO, D.; MIRANDA, M.C.G. de; BRASI, S.L. Formação de profissionais de saúde na perspectiva da integralidade. Revista Baiana de Saúde Pública, v.31, supl. 1, p. 20-31, jun. 2007. AYRES, J.R.C.M. Cuidado e reconstrução das práticas de saúde. Interface 2004; 8(14): 73-92. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado, 1988. BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde da família: uma estratégia para a reorientação do modelo assistencial. Brasília: Ministério da Saúde, 1997.

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MÓDULO 1: O Estado e as Políticas Públicas de Saúde
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MÓDULO 1: O Estado e as Políticas Públicas de Saúde

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Capacitação de Profi ssionais dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) do Mato Grosso do Sul

Autores :

Mara Lisiane de Moraes dos Santos, Adriane Pires Batiston

Referência :

FUNDAÇÃO OSVALDO CRUZ. Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca. Educação à Distância. Formação docente em educação profissional técnica na a´rea da saúde. CT1. Trabalho, saúde e educação. Unidade 2: Trabalho, Saúde e Educação: uma estreita relação. Maria Inês do Rego Monterio Bomfim, Milta Neide Freire Barron Torrez; Sonia Maria Rummert. Rio de Janeiro: EAD/ENSP, 2007. FUNDAÇÃO OSVALDO CRUZ. Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca. Educação à Distância. Formação docente em educação profissional técnica na área da saúde. CT2. O SUS e os processos de Trabalho em Saúde. Unidade 1: A luta pela saúde e por um SUS pra valer. Hêider Aurélio Pinto, Juliano Carvalho Lima, Regina Aurora Trino Romano e Luis Cláudio de Carvalho. Rio de Janeiro: EAD/ENSP, 2007.

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A Clínica Ampliada no Contexto da Atenção Primária em Saúde
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A Clínica Ampliada no Contexto da Atenção Primária em Saúde

Resumo :

Os Módulos Optativos são compostos por uma série de 10 módulos com os seguintes temas: Saúde Carcerária, Saúde da Família em População de Fronteiras, Saúde da Família em Populações Indígenas, Assistência Médica por Ciclos de vida, Saúde Bucal por Ciclos de vida, Assistência de Enfermagem por Ciclos de vida, Administração em Saúde da Família, Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, Programação para Gestão por Resultados na Atenção Básica (PROGRAB), Avaliação para Melhoria da Qualidade (AMQ) e A Clínica Ampliada no Contexto da Atenção Primária em Saúde. Os temas dos módulos privilegiam a singularidade dos diferentes respectivos territórios.

Autores :

Adriana Sampaio Reinheimer, Débora Dupas Gonçalves do Nascimento, Gustavo Tenório Cunha, Jacinta de Fátima P. Machado, Leika Aparecida Ishiyama, Maria Amélia de Campos Oliveira, Vera Lúcia kodjaoglanian

Referência :

BOWER,P.E.;CAMPBELL, S. et al. Team structure, team climate and the quality of care in primary care: an observational study. Qual. Saf. Health Care: 12;273-279, 2003. BRASIL, Ministério da Saúde, HUMANIZA SUS Documento Base Para Gestores e Trabalhadores. 4ª ed. 2008 (www.saude.gov.br/ humanizasus). _________. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Diretrizes do NASF: núcleo de apoio à saúde da família. Brasília: Ministério da Saúde; 2010.157p. (Série A. Normas e Manuais Técnicos/Cadernos de Atenção Básica, nº 27). ________. Ministério da Saúde. Portaria GM nº154, de 24 de janeiro de 2008. Cria os Núcleos de Apoio à Saúde da Família NASF. Brasilia; 2008. nº 18. DOU de 25/01/08. _______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Clínica ampliada, equipe de referência e projeto terapêutico singular. 2a ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2008. 60 p.

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Saberes, processos e práticas do psicólogo escolar/educacional
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Saberes, processos e práticas do psicólogo escolar/educacional

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A Psicologia tem contribuído, como ciência e comoprofissão, na luta pela educação para todos, respaldada nos princípios do compromisso social, dos direitos humanos e do respeito à diversidade. Desse modo, os psicólogos se inserem em diferentes espaços educacionais, participando na construção das políticas públicas da educação e de outras políticas . Além disso, a categoria vem se organizando para atuar em movimentos de controle social. Visando aprofundar as discussões sobre a política educacional e qualificar o psicólogo técnica e politicamente para atuar no complexo sistema educacional atual, o Sistema Conselhos de Psicologia escolheu 2008 como ano dedicado à educação. A publicação que temos o prazer de aqui apresentar resulta da soma dos esforços de psicólogos do CRP 14 que se uniram em torno do projeto, realizando um evento regional de tal qualidade que foi preciso desdobrá-lo neste volume, que deverá subsidiar referências técnicas e políticas para os profissionais que atuam na área.

Autores :

Neres, Celi Corrêa; Leão, Inara Barbosa; Martins, Lucy Nunes Ratier; Facci, Marilda Gonçalves Dias; Urt, Sônia da Cunha; Machado, Ana Cecília Demarqui; Amâncio, Cristhiane da Graça Oliveira; Da Silva, Brena Maués; Finocchio, Ana Lúcia; Basmage, Denise de Fátima do Amaral T.;

Referência :

DUARTE, Newton. Sociedade do conhecimento ou sociedade das ilusões: quatro ensaios crítico-dialéticos em filosofia da educação. Campinas, SP: Autores Associados, 2003. LEONTIEV, ALEXIS. O desenvolvimento do psiquismo. Lisboa: Livros Horizonte, 1978. MARX, K. & ENGELS, F. Crítica da educação e do ensino. Lisboa: Moraes Editores, 1978. MORAES, M. C. M. Recuo da teoria. In: MORAES, M. C. M. (Org.). Iluminismo às avessas: produção de conhecimento e políticas de formação docente. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. pp. 151-168 SAVIANI, D. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 8. ed. Campinas: Cortez Autores Associados, 2003. VIGOTSKI, L. S. S. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2000. VYGOTSKI, L. S. Obras Escogidas V. Madrid: Centro de Publicaciones del M.E.C. y Visor Distribuciones, 1997.

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Saúde Bucal por Ciclos de Vida
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Saúde Bucal por Ciclos de Vida

Resumo :

Os Módulos Optativos são compostos por uma série de 9 módulos com os seguintes temas: Saúde Carcerária, Saúde da Família em População de Fronteiras, Saúde da Família em Populações Indígenas, Assistência Médica por Ciclos de Vida, Saúde Bucal por Ciclos de Vida, Assistência de Enfermagem por Ciclos de Vida, Administração em Saúde da Família, Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, Programação para Gestão por Resultados na Atenção Básica (PROGRAB) e Avaliação para Melhoria da Qualidade (AMQ). Os temas dos módulos privilegiam a singularidade dos diferentes profissionais de saúde da família e as particularidades de seus respectivos territórios. Estes módulos não pretendem esgotar os temas abordados e sim servir como um instrumento orientador, que possa responder as questões mais frequentes que surgem na rotina de trabalho. A sua importância está justificada dentro dos princípios da estratégia de saúde da família que enfatiza que as ações da equipe precisam ser voltadas às necessidades das populações a elas vinculadas. As equipes de saúde da família estão distribuídas em Mato Grosso do Sul, com situações peculiares, como as equipes inseridas em áreas de fronteira, as equipes de saúde que fazem a atenção à população indígena, a população carcerária e suas famílias. São populações diferenciadas, com culturas e problemas próprios, com modo de viver diferenciado, sujeitas a determinantes sociais diferentes, que necessitam ser assistidas por profissionais com competências adequadas à sua realidade. Desta forma, cada estudante trabalhador do Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família, pode optar por módulos que lhes interessam diretamente. Esperamos que os conteúdos apresentados possam ter proporcionado a você, especializando conhecimentos para desenvolver seu trabalho com qualidade desejada e seguindo as diretrizes do SUS, na atenção às diferentes populações, respeitando sua singularidade.

Autores :

Melani, Andrea Carla Fachini; Zárate, Cibele Bonfim Rezende; Zafalon, Edílson José; Da Motta, Eduardo Ferreira; De Lacerda, Valéria Rodrigues

Referência :

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Descritores :

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Política Nacional de Práticas
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Titulo :

Política Nacional de Práticas

Resumo :

Os Módulos Optativos são compostos por uma série de 9 módulos com os seguintes temas: Saúde Carcerária, Saúde da Família em População de Fronteiras, Saúde da Família em Populações Indígenas, Assistência Médica por Ciclos de Vida, Saúde Bucal por Ciclos de Vida, Assistência de Enfermagem por Ciclos de Vida, Administração em Saúde da Família, Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, Programação para Gestão por Resultados na Atenção Básica (PROGRAB) e Avaliação para Melhoria da Qualidade (AMQ). Os temas dos módulos privilegiam a singularidade dos diferentes profissionais de saúde da família e as particularidades de seus respectivos territórios. Estes módulos não pretendem esgotar os temas abordados e sim servir como um instrumento orientador, que possa responder as questões mais freqüentes que surgem na rotina de trabalho. A sua importância está justificada dentro dos princípios da estratégia de saúde da família que enfatiza que as ações da equipe precisam ser voltadas às necessidades das populações a elas vinculadas. As equipes de saúde da família estão distribuídas em Mato Grosso do Sul, com situações peculiares, como as equipes inseridas em áreas de fronteira, as equipes de saúde que fazem a atenção à população indígena, a população carcerária e suas famílias. São populações diferenciadas, com culturas e problemas próprios, com modo de viver diferenciado, sujeitas a determinantes sociais diferentes, que necessitam ser assistidas por profissionais com competências adequadas à sua realidade. Desta forma, cada estudante trabalhador do Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família, pode optar por módulos que lhes interessam diretamente. Esperamos que os conteúdos apresentados possam ter proporcionado a você, especializando conhecimentos para desenvolver seu trabalho com qualidade desejada e seguindo as diretrizes do SUS, na atenção às diferentes populações, respeitando sua singularidade.

Autores :

Guilhermino, Jislaine de F.; Guerrero, Ana Tereza G.

Referência :

ABMA, 2010. Associação Brasileira de Medicina Antroposófica: www.abmanacional.com.br AMHB, 2010. Associação Médica Brasileira de Homeopatia: www.amhb.org.br BARREIRO, E.J.; BOLZANI, V. S. Biodiversidade: fonte potencial para a descoberta de fármacos, Quim. Nova, v.32, n.3, 2009,p.679-688. BARROS, N.F.; SIEGEL, P.; SIMONI, C. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS: passos para o pluralismo na saúde, Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.23, n.12, Dec.2007. BRASIL, 2006a. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS, Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 92 p. - (Série B. Textos Básicos de Saúde). Brasil 2006b. Presidência da República. Decreto no. 5813, de 22 de junho de 2006. Aprova a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e dá outras providências. DOU. Poder Executivo, Brasília, DF, 23 jun. 2006. BRASIL, 2009a. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Relatório do 1º Seminário Internacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde PNPIC, Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 196 p. (Série C. Projetos, Programas e Relatórios).

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Integralidade na Atenção a Saúde 2 Ed
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Integralidade na Atenção a Saúde 2 Ed

Resumo :

O Projeto Pedagógico do Curso de Especialização em Saúde da Família Modalidade EAD, apresenta a Estratégia de Saúde da Família - ESF como um salto conceitual genuíno, uma transição paradigmática que vem se constituindo em grande desafio para trabalhadores, pensadores e gestores do Sistema Único de Saúde - SUS. Desta forma, assumir que a estratégia está na fronteira do conhecimento, por si só tem sido motivo suficiente para impulsionar o processo de trabalho que se materializa neste curso. Com o objetivo de formar profissionais médicos, enfermeiros e cirurgiões-dentistas integrantes das Equipes de Saúde da Família, o curso que tem seu sistema instrucional baseado na Educação à Distância é organizado por meio de um conjunto de cadernos, apresentados em diferentes mídias, utilizando ferramentas interativas. Nesse contexto, este Caderno de Estudo, tem o objetivo específico de estimular a reflexão e as práticas de planejamento, monitoramento e avaliação, a fim de auxiliar as equipes/alunos na organização da demanda de trabalho utilizando métodos de planejamento. O Pacto de Gestão foi um importante fomento para que o SUS buscasse rever e avançar na sistematização de seus processos de Planejamento. Os últimos anos foram marcados por importantes avanços no setor, incentivando o debate metodológico e a estruturação de setores de planejamento nas Secretarias Municipais e Secretarias de Estado de Saúde. Todo esse movimento tem reafirmado a necessidade da utilização de métodos de planejamento que auxiliem desde a identificação dos problemas de saúde prioritários, até a escolha dos caminhos a serem percorridos para o seu enfrentamento. Por isso neste módulo trazemos a proposta de discutir sobre o processo de planejamento no SUS e a sua importância para a reorganização do trabalho da Equipe de Saúde da Família e o fortalecimento da sua capacidade de atuar com foco na resolubilidade, integralidade e redução de iniquidades.

Autores :

Nachif, Maria Cristina Abrão; De Andrade, Sônia Maria Oliveira

Referência :

ALMEIDA, S. D. M.; BARROS, M. B. A. Atenção à saúde e mortalidade neonatal: estudo caso-controle realizado em Campinas, SP. Rev Bras Epidemiol, v. 7, n.1, p. 22-35, 2004. ARMIJO-ROJAS, R. Epidemiologia epidemiologia básica. Tomo I. Buenos Aires: Intermédica. Editorial,1974. BARCELLOS, C.; QUITÉRIO, L. A. D. Vigilância ambiental em saúde e sua implantação no Sistema Único de Saúde. Revista de Saúde pública, São Paulo v. 40, n.1, 2006. BRASIL. Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990: (Lei Orgânica da Saúde). Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial (da) República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 20 set. 1990. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 3.120, de 01 de julho de 1998. Aprova a instrução normativa de vigilância em saúde do trabalhador no SUS, na forma do anexo a esta portaria, com a finalidade de definir procedimentos básicos para o desenvolvimento das ações correspondentes. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 02 de julho de 1998. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n.º 9.782, de 26 de janeiro de 1999. Define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, cria a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 27 de janeiro de 1999. BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. Vigilância Ambiental em Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Brasília: FUNASA, 2002.

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Assistência Multidisciplinar Vol 3
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Assistência Multidisciplinar Vol 3

Resumo :

Primeiramente retrato a grande satisfação em contribuir com este projeto grandioso. Aproveito a oportunidade para expor minha admiração a todos que se declinam em estudar a Enfermagem como ciência, concretizando o sonho de uma grande mulher chamada Wanda de Aguiar Horta, que partiu de uma profissão tipicamente empírica, carregada com as marcas do sacerdócio, exercida essencialmente por mulheres, focando basicamente no cuidado fraternal, assim a conduzindo a esta leitura atual, composta com experimentos, pesquisa e resultados práticos. O presente estudo tratando da saúde do idoso é essencial, pois doentes serão muitos, mas idosos seremos todos, diante desta constatação é uma condição sine quanon a enfermagem se preparar técnica e cientificamente para esta realidade não tão distante, pois em menos de 40 anos a proporção de idosos irá dobrar com relação ao índice de natalidade, este fato demandará mais cuidados com as pessoas que muito contribuíram com o país, e que ainda contribuirão com suas experiências de vida. A saúde do idoso é um tema muito rico de ser explorado e o presente estudo aborda com grande amplitude todas as peculiaridades desta especialidade. Hodiernamente a enfermagem tem sido valorizada pelas especialidades que tem se aberto em vieses extremamente produtivos, pois a especialidade traz segurança ao paciente assistido, não que a generalidade não seja válida, mas saber tudo sobre tudo é bem mais complexo que ter um conhecimento considerado sobre um assunto que o profissional tenha mais afinidade. Por fim, o estudo especializado reforça e agrega valores à enfermagem e a seus profissionais, afastando cada vez mais a imagem de sacerdócio gravada desde os primórdios da civilização humana, o que confunde trabalho ou ofício que lança mão de conhecimento técnico, científico e ainda com a experiência e dedicação dos profissionais que amam a enfermagem e valorizam a assistência com excelência e dedicação, prestada ao paciente de forma integral.

Autores :

Escobar, Janainne Moraes Vilela; Da Motta, Eduardo Ferreira

Referência :

AMARANTE, P, Giovanella, L. O enfoque estratégico do planejamento em saúde mental. In: Amarante P, organizador. Psiquiatria Social e Reforma Psiquiátrica. Rio de Janeiro (RJ): FIOCRUZ, 1994, p.p. 113-46. AMARANTE, P. Loucos pela vida A trajetória da reforma psiquiátrica no Brasil. Rio de Janeiro: Fundação Osvaldo Cru,1995. AMARANTE, P. Saúde mental e atenção psicossocial. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2007. BRASIL. Ministério da Saúde. Ofi cina de Trabalho para discussão do Plano Nacional de Inclusão das Ações de Saúde Mental na Atenção Básica. Brasília,2001. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. DAPE. Coordenação Geral de Saúde Mental. Reforma psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil. Documento apresentado à Conferência Regional de Reforma dos Serviços de Saúde Mental: 15 anos depois de Caracas. OPAS. Brasília, novembro de 2005. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política nacional para os distúrbios neurológicos. Brasília, 2005. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Saúde Mental em dados. Brasília, 2006. BRÊDA, MZ, Rosa, WAG, Pereira, MAO, Scatena, MCM. Duas estratégias e desafi os comuns: a reabilitação psicossocial e a saúde da família. Rev. atino-am. Enfermagem 2005 maiojunho; 13(3):450-2.

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Assistência Multidisciplinar Vol 2
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Assistência Multidisciplinar Vol 2

Resumo :

Escrever sobre a saúde do adulto, na estratégia de saúde da família, remete-nos à 8ª conferência nacional de saúde, da qual tive a honra de participar. Pela primeira vez, a sociedade organizada participava de uma conferência, com direito a voz e, principalmente, a voto, conquistando resultados benéficos para si - como o de promover e proteger a saúde -, pois muitas dessas propostas serviram de subsídio para a constituição de 1988. A saúde é direito de todos e dever do estado. Assim, o programa de saúde da família é uma estratégia que procura reformular o modelo de atenção à saúde, com a implantação de equipes multidisciplinares que atuam na promoção, prevenção, recuperação e, principalmente, na manutenção da saúde da comunidade onde estão estabelecidas. A reformulação da saúde começou a dar atenção ao adulto para que este pudesse envelhecer saudável. Decorrente desse fato, a expectativa de vida do brasileiro aumentou consideravelmente nas últimas décadas, o que desencadeou maior atenção à saúde dos idosos, que antes chegavam, em sua maioria, debilitados e até incapacitados à terceira idade. Ao procurar com maior frequência os programas das unidades de saúde, seja para um preventivo ou pré-natal, tratamento de DST, hipertensão, diabetes, hanseníase e tuberculose, a mulher revela ser mais participativa que o homem, demonstrando consciência da importância do cuidar da saúde. Mais recentemente, o homem passou a dar importância ao cuidar, o que tem melhorado suas condições de saúde, uma vez que hoje o controle da hipertensão e diabetes é mais aceito e já se solicitam com maior frequência exames de PSA, mesmo diante de sua pouca divulgação em programas de prevenção para o homem e da existência de preconceito contra os exames de próstata.

Autores :

Da Silva, Maria Aparecida; De Freitas, Hilda Guimarães; Da Costa, Karine Cavalcante; Geniole, Leika Aparecida Ishiyama; Almeida, Geani; Vargas, Susane Lima; Rios, Ivone Alves; De Carvalho, Albertina Martins

Referência :

BAHIA - Manual de Biossegurança, parte II unidades de saúde. Secretaria Estadual de Saúde do Estado da Bahia. Dez. 2001. BARROS FILHO, T. E. P. et al. Revista Hospital das Clínicas, São Paulo, v. 45, n. 3, p. 123-126, 1990. BRASIL. Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD). I Levantamento Nacional sobre os padrões de consumo de álcool na população brasileira. DF, Brasília. 2007. BRASIL. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de ações programáticas estratégicas. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Brasília, DF, 2008. BRASIL. Ministério da Saúde. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. COORDENAÇÃO DE PREVENÇÃO E VIGILÂNCIA - CONPREV. Programa Nacional de Controle do Tabagismo e outros Fatores de Risco - Brasil. Rio de Janeiro, 2001. BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização (PNH): HumanizaSUS - Documento-Base. 3. ed. Brasília, 2006. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde Bucal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção

Descritores :

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Assistência Multidisciplinar Vol 1
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Titulo :

Assistência Multidisciplinar Vol 1

Resumo :

A Estratégia Saúde da Família é uma das principais políticas do Ministério da Saúde, ela foi implantada para garantir a integralidade da atenção da população, principalmente crianças e adolescentes. Após sua implantação houve redução da mortalidade infantil, e melhoria de outros indicadores de saúde, tais como: redução de internações por pneumonia em menores de 5 anos de idade. Os profissionais que atuam na estratégia tem situação ideal para o enfrentamento dos agravos à saúde e para promoção em saúde da população de sua área de abrangência. Em conseqüência da vinculação com a clientela, consegue atuar de forma positiva para melhoria das condições de vida de sua população, principalmente das crianças e adolescentes. O ato de cuidar está na dependência de vários fatores, entre eles o conhecimento dos profissionais que atuam na ESF. O Ministério da Saúde tem investido na qualificação dos profissionais inseridos na Estratégia Saúde da Família, visando a qualidade e resolutividade dos serviços prestados. A Educação à Distancia é um recurso valioso neste desafio, levando-se em conta as distancias de nosso País. Neste Curso de Especialização que estamos participando, todos tem agora a oportunidade de ver ou rever o ciclo da criança e adolescente. O conhecimento da vulnerabilidade da criança e adolescente e das especifi cidades únicas de suas reações e necessidades, obriga-nos a assisti-los como pessoas únicas, em função de si mesmas e de seu ambiente, com olhos no seu presente e futuro. O cuidado com esta fase da vida, está entre as ações essenciais do Ministério da Saúde, buscando dar um atendimento humanizado e com qualidade, tornando-os adultos e idosos saudáveis. Yvone Maria de Barros Weber Prieto Médica especialista em Medicina de Família e Comunidade

Autores :

Da Silva, Maria Aparecida; Scarcelli, Fátima Cardoso Cruz; Da Motta, Eduardo Ferreira; Geniole, Leika Aparecida Ishiyama

Referência :

Aberastury, A & Knobel, M. Adolescência Normal. 9a edição, Porto Alegre, RS: Editora Artes Médicas, 1991. Blum, R. W. Global Trends in Adolescent Health. Jama, 265: 2711-19.1991. BUENO RE, Protocolo de atenção à saúde bucal por ciclos de vida. Revista Gestão & Saúde, Curitiba, v. 1, n. 2, p. 18-26. 2010. Brasil. Presidência da República. Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Taquette, Stella et alii. Mulher adolescente/jovem em situação de violência. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, p. 128, 2007. Taquette, Stella (org.) Disponivel em: http://www.quebreociclo.com.br/wp-content/uploads/2010/11mul_jovens.pdf. Acesso em mar/2011. BRASIL Ministério da Saúde. Fundação Oswaldo Cruz. Um olhar sobre o jovem no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. Brasil. Ministério da Saúde. Painel de Indicadores do SUS nº 5. Brasília, 2008. BRASIL. Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e AIDS. Diretrizes para implantação do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas. Brasília: Ministério da Saúde, 2006, p.7 (Série A. Normas e Manuais Técnicos). BRASIL. Ministério da Saúde- Secretaria de Atenção à Saúde. Linha de Cuidado para Atenção Integral à Saúde de Crianças, Adolescentes e suas Famílias em situação de Violência. Brasília,DF. 2010.

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A Família e Educação
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Titulo :

A Família e Educação

Resumo :

O Curso de Pós-graduação em Atenção Básica em Saúde da Família, na modalidade a distância, em Mato Grosso do Sul, faz a opção metodológica de trabalhar de forma permanente o contexto real de práticas em que seus estudantes trabalhadores estão inseridos. O curso que tem seu sistema instrucional baseado na Educação à Distância tem o objetivo de formar profissionais médicos, enfermeiros e cirurgiões-dentistas integrantes das Equipes de Saúde da Família. É organizado por meio de um conjunto de cadernos, apresentados em diferentes mídias e utiliza ferramentas interativas. A Unidade de Ensino III deste curso intitula-se: A Família e Educação em Saúde e é composta por dois módulos de aprendizagem: Módulo 1 - Promoção da Saúde e Intersetorialidade na Abordagem Familiar. Módulo 2 - A Família no contexto da Atenção Primária à Saúde. O Módulo 1, Promoção da Saúde e Intersetorialidade na Abordagem Familiar, traz a discussão de como fazer abordagens de promoção e educação em saúde dirigidas ao indivíduo, à família e à comunidade. O módulo está organizado em seis seções: a primeira discute a interface Promoção de Saúde/ Educação em Saúde e a influência do processo histórico na compreensão do binômio Saúde/Doença. A segunda seção apresenta a evolução do processo de educação em Saúde. A terceira seção traz a discussão da necessidade de realizar Promoção em Saúde para melhorar a qualidade de vida da população. A quarta seção traz a discussão do papel do profi ssional de saúde como agente facilitador no processo de Educação em Saúde. Na seção cinco discute-se a Educação em Saúde e ações interdisciplinares. E a seção seis mostra as técnicas de Educação em saúde. O módulo tem o objetivo dar a você, desta forma, ferramentas para escolher a melhor estratégia de abordagem no processo de educação em saúde de acordo com a situação local, fatores de risco e população-alvo, além de ajudá-lo a planejar a realização de uma proposta promotora/educadora em saúde. O módulo 2: A Família no Contexto da Atenção Primária à Saúde está dividido em cinco seções. A primeira seção apresenta as políticas voltadas à atenção das famílias. A segunda seção discute conceito de família, as funções e estrutura das famílias e as transformações da família contemporânea. A terceira seção discute as situações de vulnerabilidade a que as famílias estão expostas e apresenta as etapas para se trabalhar com famílias. A quarta seção traz as tecnologias de abordagem familiar. E, finalmente, a quinta seção discute as ferramentas para se realizar a abordagem familiar. Com a apresentação e discussão destes conteúdos você terá a oportunidade de fazer uma refl exão a respeito de seus conhecimentos e começar a aplicar estas ferramentas na atenção de sua população. Este módulo tem os seguintes objetivos: promover a mudança do foco de atenção das equipes de saúde da família e a atenção às doenças para uma abordagem centrada no indivíduo e sua família. Estes dois módulos são fundamentais para que você tenha instrumentos eficazes para manter e recuperar a saúde de sua comunidade. Efetivar o conceito que a estratégia de saúde da família apresenta é muito mais amplo que atender os doentes de sua área. A estratégia de saúde da família só cumprirá sua finalidade a partir do momento que sua população adscrita seja capaz de construir um modo de vida saudável garantindo a saúde de todos os membros da comunidade.

Autores :

De Carli, Alessandro Diogo; Zárate, Cibele Bonfim de Rezende; Pereira, Paulo Zárate; De Carli, Grasiela; Zafalon, Edilson José; De Lacerda, Valéria Rodrigues

Referência :

Periódicos Capes: http://www.periodicos.capes.gov.br Ministério da Saúde: http://www.saude.gov.br Organização Mundial da Saúde: http://www.who.org Universidade de São Paulo: http://www.fsp.usp.br/~rsp Conselho de Saúde: http://www.consaude.gov.br Sistema Único de Saúde: http://www.datasus.gov.br Biblioteca Virtual em Saúde: http://www.bireme.br Agência Nacional de Vigilância Sanitária: http://www.anvisa. gov.br

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A Saúde da Família em Populações Carcerárias
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Titulo :

A Saúde da Família em Populações Carcerárias

Resumo :

O Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro com seu caráter de equidade, acessibilidade e integralidade, juntamente com a Portaria Interministerial nº 1.777 de 2003, garante o atendimento de saúde às populações que estão privadas de sua liberdade, visando ações de prevenção, promoção, assistência e reabilitação dos mesmos. A assistência ao homem encarcerado encontra inúmeros entraves, principalmente no âmbito da Estratégia de Saúde da Família onde o elemento complementar não está inserido no contexto do meio familiar, uma vez que o mesmo encontra se longe da família, inserido em um ambiente muitas vezes insalubre e hostil, com diversos fatores que predispõe ao stress, doenças infecto-contagiosas, má alimentação entre outros, além de poder interromper esta assistência, uma vez que o preso pode mudar a qualquer momento por diversos motivos e não dar prosseguimento ao tratamento quando necessário. O atendimento nas unidades prisionais do país, historicamente tem ocorrido da forma reducionista, com ações específicas voltadas para a doença, principalmente as mais prevalentes como as DST/AIDS/Hepatites, tuberculose, redução de danos associados ao uso de drogas, dermatites e imunizações. Já a ESF enfrenta dificuldades diante de uma diversidade e da complexidade do homem encarcerado, com inúmeros dilemas nesta construção do atendimento integral, com várias limitações para o trabalho, incluindo a periculosidade, que dificulta as ações do profissional de saúde. Entretanto, essa população tem direito ao atendimento digno, tais como os princípios do SUS. A presença da ESF pode contribuir para resgatar este indivíduo para a sociedade além de, valorizando a essência humana, respeitando os princípios éticos e legais dos profissionais da ESF. O Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário representa um crescimento para o País, assim como a contribuição para a prevenção e promoção da saúde do homem encarcerado representa um desafio para profissionais de saúde que acreditam numa sociedade igualitária.

Autores :

Abdo, Rodrigo Ferreira

Referência :

ARBOLEDA-FLÓREZ e TABORDA. Princípios éticos aplicáveis na prática da psiquiatria forense. In: TABORDA, J.G.V., CHALUB, M., ABDALLA-FILHO, E. Psiquiatria Forense. Porto Alegre: Artmed, 2004. BERGAMINI, G. A PERSPECTIVA EXISTENCIAL DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NO PRESÍDIO FEMININO DO ESTADO DE RONDÔNIA publicado 16/09/2009 em http://www.webartigos.com Fonte: http://www.webartigos.com/articles/24886/1/APERSPECTIVA- EXISTENCIAL-DO-PROCESSO-DE-APRENDIZAGEMNO- PRESIDIO-FEMININO-DO-ESTADO-DE-RONDONIA/pagina1. html#ixzz1ObMcz8eM BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado Federal, 1988. ______. Lei n.º 7.210, de 11 de julho de 1984. Institui a Lei de Execução Penal. Diário Ofi cial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 13 jul. 1984. ______. Lei n.º 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Ofi cial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 20 set. 1990. ______. Lei n.º 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde - SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 31 dez. 1990.

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Assistência Médica por Ciclos de Vida
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Titulo :

Assistência Médica por Ciclos de Vida

Resumo :

Ao propor um amplo processo de formação e qualificação dos profissionais de saúde de Mato Grosso do Sul a UNA/FIOCRUZ/ UFMS vem satisfazer uma necessidade desses profissionais com o CURSO DE POS-GRADUACAO EM ATENCAO BASICA EM SAUDE DA FAMILIA, na modalidade a distancia em nosso estado. As equipes de Saúde da Família desenvolvem um conjunto de ações que abrangem promoção, prevenção, diagnostico, tratamento e reabilitação voltados aos problemas de saúde de maior freqüência e relevância nos distintos ciclos de vida, envolvendo a criança, o adolescente, o adulto e o idoso. Visando a ampliação do conhecimento nessas áreas, os autores desenvolvem, de forma didática, um trabalho voltado para os princípios básicos da Estratégia de Saúde da Família, comprometidos, em primeiro lugar, com a pessoa, e não com um conjunto de conhecimentos, grupo de doenças, ou técnica especial. Esse comprometimento, que não se limita ao tipo de problema de saúde, possibilita ao profissional de Saúde da Família disponibilidade para resolução de qualquer problema de homens e mulheres de qualquer idade. Para as crianças, este manual sobre OS CICLOS DA VIDA propõe acompanhar o crescimento e desenvolvimento, o calendário vacinal, as doenças mais prevalentes e a alimentação, nutrição e suas carências, entre outras condições. Para os adolescentes e adultos, também faz o acompanhamento da situação vacinal, alimentação e nutrição, alem do controle da hipertensão, diabetes e obesidade, da saúde sexual e reprodutiva, com ênfase na saúde da mulher (prevenção da neoplasia de colo e mama, planejamento familiar, pré-natal e climatério), saúde do homem e do trabalhador e prevenção de agravos. Referente a saúde do idoso, o trabalho desenvolvido e voltado para todas as nuances presentes nesta faixa, levando em consideração todo tipo de debilidades físicas e mentais, bem como para o idoso saudável, trabalhando na área da prevenção e promoção da saúde. Parabenizo os autores por colocar a disposição dos profissionais de Saúde da Família uma obra para enriquecer osseus conhecimentos e fortalecer o seu processo de trabalho na Estratégia de Saúde da Família.

Autores :

Chaves, Aderaldo Luiz Krause; Wagner, Hamilton Lima; Geniole, Leika Aparecida Ishiyama; Rotta, Maisse Fernandes de Oliveira0; Abdo, Rodrigo Ferreira

Referência :

II Consenso Brasileiro sobre Doenca Pulmonar Obstrutiva Cronica- DPOC, 2004. Jornal Brasileiro de Pneumologia. Volume 30, suplemento 5. 2004. ALPER, B. S. et al. Oral contraceptives. Ipswich. Dynamed. 07/2007. ALPER, B. S. et al. Injectable contraceptives. Ipswich. Dynamed. 07/2007. ALPER, B. S. et al. Intrauterine device. Ipswich. Dynamed. 07/2007. ALPER, B. S. et al. Implantable contraceptives devices. Ipswich. Dynamed. 07/2007. BARTLE, S. E. The degree of similarity of differentiation of self between partners in married and dating couples preliminary evidence. Contemporary family therapy, v. 15, n. 6, p. 467- 484, 1993. BARREIRO, A. O. G.; WAGNER, H. L. Critério de indicação de esterilização masculina e feminina pelo médico de família e comunidade. Curitiba. Diretrizes da SBMFC. 2006. http://www.sbmfc.org.br/biblioteca/diretrizes/20d47c62-19dc-4e18-95b9-c912db2b9a55.aspx BRASIL- Ministerio da Saude. Departamento de Atencao Basica- Caderno de Atencao Basica- Diabetes. Brasilia, 2006.

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Assistência de enfermagem por ciclos de vida
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Titulo :

Assistência de enfermagem por ciclos de vida

Resumo :

É com satisfação que apresentamos o módulo de Assistência de Enfermagem por Ciclos de Vida, um material inédito, principalmente no estado de Mato Grosso do Sul, que contemplará as principais atribuições privativas do profissional enfermeiro, resgatando o seu real papel e competências quanto à consulta, diagnóstico e prescrição de enfermagem. O estado do Mato Grosso do Sul conta com uma força de trabalho constituída de 1.414 profi ssionais de enfermagem, dentre os quais 480 enfermeiros integram a Estratégia Saúde da Família e 102, a Estratégia de Agentes Comunitários de Saúde (CNES/DATASUS/abril/2011). A Política Nacional de Atenção Básica, estabelecida por meio da Portaria GM/MS nº 648, de 28 de março de 2006, traz como uma das características do processo de trabalho da Saúde da Família a prática do cuidado familiar ampliado, efetivada por meio do conhecimento da estrutura e da funcionalidade das famílias, visando propor intervenções que influenciem os processos de saúde/doença dos indivíduos, das famílias e da própria comunidade. Nesse sentido, atribui-se ao profissional de enfermagem a realização de uma assistência integral, que abrange a promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde, aos indivíduos e famílias na USF, e, quando indicado ou necessário, no domicílio e/ou nos demais espaços comunitários (escolas, associações, etc.), em todas as fases do desenvolvimento humano: infância, adolescência, idade adulta e terceira idade. Além disso, compete a esse profissional realizar consulta de enfermagem, solicitar exames complementares e prescrever medicações conforme protocolos ou outras normativas técnicas estabelecidas pelo gestor municipal, observadas as disposições legais da profissão. Assim, a efetivação do papel do enfermeiro se estabelece como primordial e único para a implementação do novo modelo assistencial de saúde, cujo olhar está voltado para a saúde e não para a doença, e cujo foco é o indivíduo inserido em um contexto familiar.

Autores :

Martins, Catia Cristina Valadão; Fortes, Denise Rodrigues; Ramos, Denize Cristina de Souza; Borsoi, Michele Batiston; Fiorin, Priscila Maria Marcheti

Referência :

BRASIL. Ministério da Saúde. Alimentação saudável para a pessoa idosa: um manual para profissionais de saúde. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2009 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. 2. ed., Brasília: Ministério da Saúde; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. CHAIMOWICZ, F.; BARCELOS, E. M.; MADUREIRA, M. D. S.; RIBEIRO, M. T. F. Saúde do Idoso. Belo Horizonte: Nescon/UFMG Coopmed, 2009. DOVERA, T.M.D.S. Nutrição Aplicada à Enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. FLORIANO, P. J.; DALGALARRONDO, P. Saúde mental, qualidade de vida e religião em idosos de um Programa de Saúde da Família. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, v. 56, v.3, pp. 162 170, 2007. GONÇALVES, D. M.; KAPCZINSKI, F. Prevalência de transtornos mentais em indivíduos de uma unidade de referência para Programa Saúde da Família em Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, n.9, pp. 2043 2053, set. 2008. GONÇALVES, D. M.; KAPCZINSKI, F. Transtornos mentais em comunidade atendida pelo Programa Saúde da Família. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, n.7, pp.1641-1650, jul. 2008.

Descritores :

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Administração em Saúde da Familia
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Titulo :

Administração em Saúde da Familia

Resumo :

Os Módulos Optativos são compostos por uma série de 9 módulos com os seguintes temas: Saúde Carcerária, Saúde da Família em População de Fronteiras, Saúde da Família em Populações Indígenas, Assistencia Médica por Ciclos de Vida, Saúde Bucal por Ciclos de Vida, Assistencia de Enfermagem por Ciclos de Vida, Administração em Saúde da Família, Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, Programação para Gestão por Resultados na Atenção Básica (PROGRAB) e Avaliação para Melhoria da Qualidade (AMQ). Os temas dos módulos privilegiam a singularidade dos diferentes profissionais de saúde da família e as particularidades de seus respectivos territórios. Estes módulos não pretendem esgotar os temas abordados e sim servir como um instrumento orientador, que possa responder as questões mais freqüentes que surgem na rotina de trabalho. A sua importância está justifi cada dentro dos princípios da estratégia de saúde da família que enfatiza que as ações da equipe precisam ser voltadas às necessidades das populações a elas vinculadas. As equipes de saúde da família estão distribuídas em Mato Grosso do Sul, com situações peculiares, como as equipes inseridas em áreas de fronteira, as equipes de saúde que fazem a atenção à população indígena, a população carcerária e suas famílias. São populações diferenciadas, com culturas e problemas próprios, com modo de viver diferenciado, sujeitas a determinantes sociais diferentes, que necessitam ser assistidas por profissionais com competências adequadas à sua realidade. Desta forma, cada estudante trabalhador do Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família, pode optar por módulos que lhes interessem diretamente. Esperamos que os conteúdos apresentados possam ter proporcionado a você, especializando conhecimentos para desenvolver seu trabalho com qualidade desejada e seguindo as diretrizes do SUS, na atenção às diferentes populações, respeitando sua singularidade.

Autores :

Sousa, Leandra A.

Referência :

BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. A Gestão Administrativa e Financeira no SUS / Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Brasília: CONASS, 2007. 152 p. (Coleção Progestores Para entender a gestão do SUS, 2). BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Subsecretaria de Planejamento e Orçamento. Sistema de planejamento do SUS : uma construção coletiva : formulação de políticas específi cas de saúde/Ministério da Saúde, Secretaria-Executiva, Subsecretaria de Planejamento e Orçamento. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 28 p. : il. (Série B. Textos Básicos de Saúde) (Série Cadernos de Planejamento; v. 7). BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa no SUS - ParticipaSUS / Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. 2ª. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2009. 44 p. (Série B.Textos Básicos de Saúde).

Descritores :

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A Saúde na Família Indígena
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Titulo :

A Saúde na Família Indígena

Resumo :

Os Módulos Optativos são compostos por uma série de 9 módulos com os seguintes temas: Saúde Carcerária, Saúde da Família em População de Fronteiras, Saúde da Família em Populações Indígenas, Assistencia Médica por Ciclos de Vida, Saúde Bucal por Ciclos de Vida, Assistencia de Enfermagem por Ciclos de Vida, Administração em Saúde da Família, Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, Programação para Gestão por Resultados na Atenção Básica (PROGRAB) e Avaliação para Melhoria da Qualidade (AMQ). Os temas dos módulos privilegiam a singularidade dos diferentes profi ssionais de saúde da família e as particularidades de seus respectivos territórios. Estes módulos não pretendem esgotar os temas abordados e sim servir como um instrumento orientador, que possa responder as questões mais freqüentes que surgem na rotina de trabalho. A sua importância está justifi cada dentro dos princípios da estratégia de saúde da família que enfatiza que as ações da equipe precisam ser voltadas às necessidades das populações a elas vinculadas. As equipes de saúde da família estão distribuídas em Mato Grosso do Sul, com situações peculiares, como as equipes inseridas em áreas de fronteira, as equipes de saúde que fazem a atenção à população indígena, a população carcerária e suas famílias. São populações diferenciadas, com culturas e problemas próprios, com modo de viver diferenciado, sujeitas a determinantes sociais diferentes, que necessitam ser assistidas por profi ssionais com competências adequadas à sua realidade. Desta forma, cada estudante trabalhador do Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família, pode optar por módulos que lhes interessem diretamente. Esperamos que os conteúdos apresentados possam ter proporcionado a você, especializando conhecimentos para desenvolver seu trabalho com qualidade desejada e seguindo as diretrizes do SUS, na atenção às diferentes populações, respeitando sua singularidade.

Autores :

Kabad, Juliana Fernandes; Pícoli, Renata Palópoli; Arantes, Rui

Referência :

Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (ABRASCO), I Inquérito Nacional de Saúde e Nutrição dos Povos Indígenas. Relatório Final, Nº7 (Análise de dados), Rio de Janeiro, 2009. BASTA, Paulo César; ORELLANA, Jessem Douglas Yamall & ARANTES, Rui. Perfi l epidemiológico dos Povos Indígenas no Brasil: notas sobre agravos selecionados. In: Saúde Indígena: Novos Trajetos (Garnelo, L & Lima, A C; orgs.). Ed. MEC/LACEDUFRJ/ Ford Foundation. Coleção Educação para Todos Série Via dos Saberes Nº 5,187 pp. (no prelo). BRAND, Antonio Jacó. O impacto da perda da terra sobre a tradição Kaiowa/Guarani: os difíceis caminhos da palavra. Tese (Doutorado em História) - Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 1997. _______. O dilema das fronteiras na trajetória guarani. Entrevista com Antonio Brand. Jornal On-line do Instituto Humanitas, Unisinos, São Leopoldo, maio 2010. p.7. Disponível em: http://povosindigenasrs.wordpress.com/2010/05/31/odilema-das-fronteiras-na trajetoria-guarani-entrevista-comantonio-brand/. Acesso em 15 de jun. 2011. BRAND, Antonio Jacó; PÍCOLI, Renata Palópoli. Mortalidade infantil entre os Kaiowá e Guarani de Mato Grosso do Sul. In: RICARDO, Beto; RICARDO, Fany (Ed.). Povos indígenas no Brasil 2001/2005. São Paulo: Instituto Socioambiental, 2006, p. 795-798. BRASIL. Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas. Brasília: Ministério da Saúde, 2002.

Descritores :

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A Saúde da Família em Populações de Fronteira
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Titulo :

A Saúde da Família em Populações de Fronteira

Resumo :

Os Módulos Optativos são compostos por uma série de 9 módulos com os seguintes temas: Saúde Carcerária, Saúde da Família em População de Fronteiras, Saúde da Família em Populações Indígenas, Assistencia Médica por Ciclos de Vida, Saúde Bucal por Ciclos de Vida, Assistencia de Enfermagem por Ciclos de Vida, Administração em Saúde da Família, Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, Programação para Gestão por Resultados na Atenção Básica (PROGRAB) e Avaliação para Melhoria da Qualidade (AMQ). Os temas dos módulos privilegiam a singularidade dos diferentes profissionais de saúde da família e as particularidades de seus respectivos territórios. Estes módulos não pretendem esgotar os temas abordados e sim servir como um instrumento orientador, que possa responder as questões mais freqüentes que surgem na rotina de trabalho. A sua importância está justifi cada dentro dos princípios da estratégia de saúde da família que enfatiza que as ações da equipe precisam ser voltadas às necessidades das populações a elas vinculadas. As equipes de saúde da família estão distribuídas em Mato Grosso do Sul, com situações peculiares, como as equipes inseridas em áreas de fronteira, as equipes de saúde que fazem a atenção à população indígena, a população carcerária e suas famílias. São populações diferenciadas, com culturas e problemas próprios, com modo de viver diferenciado, sujeitas a determinantes sociais diferentes, que necessitam ser assistidas por profi ssionais com competências adequadas à sua realidade. Desta forma, cada estudante trabalhador do Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família, pode optar por módulos que lhes interessam diretamente. Esperamos que os conteúdos apresentados possam ter proporcionado a você, especializando conhecimentos para desenvolver seu trabalho com qualidade desejada e seguindo as diretrizes do SUS, na atenção às diferentes populações, respeitando sua singularidade.

Autores :

Cazola, Luiza Helena de Oliveira; Pícoli, Renata Palópoli

Referência :

BRASIL. Senado Federal. Estatuto do Estrangeiro. Lei 6.815, de 19 de agosto de 1980. _______. Constituição, 1988. Constituição da República Federativa do Brasil. Título VIII. Da ordem Social, Capítulo II, Seção II da Saúde. Brasília: Senado Federal, 1988. _______. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho em Saúde. Fórum permanente MERCOSUL para o trabalho em saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. DAL PRÁ, K. R.; MENDES, J. M. R.; MIOTO, R. C. T. O desafi o da integração social no MERCOSUL: uma discussão sobre a cidadania e o direito à saúde. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 23, n.2, p.p. 164-173, 2007. Suplemento. FELDMANN, S. As segregações espaciais da prostituição feminina em São Paulo. Revista Espaço e Debates, São Paulo, v. 28, p.p.59-66, 1990. GADELHA, C. A. G.; COSTA, L. Integração de fronteiras: a saúde no contexto de uma política nacional de desenvolvimento. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 23, n.2, p.p. 214-226, 2007. Suplemento. GIOVANELLA, L. et al. Saúde nas fronteiras: acesso e demandas de estrangeiros e brasileiros não residentes ao SUS nas cidades de fronteira com países do MERCOSUL na perspectiva dos secretários municipais de saúde. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 23, n.2, p.p. 251-266, 2007. Suplemento.MACHADO, M. H.; PAULA, E. K..; AGUIAR FILHO, W. O trabalho em saúde no MERCOSUL: uma abordagem brasileira sobre a questão. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 23, n.2, p.p. 292-301, 2007. Suplemento. NOGUEIRA, V. M. R.; DAL PRÁ, K. R.; FERMIANO, S. A diversidade ética e a política na garantia e fruição do direito à saúde nos municípios brasileiros da linha de fronteira do MERCOSUL. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 23, n.2, p. 227-236, 2007. Suplemento.OCAMPO, H. T. OPAS e a saúde nas fronteiras: uma proposta em prol do bem-estar da população e do desenvolvimento sustentável. In: COSTA, L. Integração de Fronteiras: possibilidades Brasil-Bolívia na Saúde. Ministério da Saúde, Ministério da Integração Nacional. Organização Pan-Americana da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. p.p.107-117. PREUSS, L. T. O Direito à Saúde na Fronteira: duas versões sobre o mesmo tema. 2007. Dissertação (Mestrado em Serviço Social) Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. SILVA, A. S.; LAPREGA, M. R. Avaliação crítica do Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) e de sua implantação na região de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 21, n.6, p.p.1821-1828, 2005. TAMAKI, E. M. et al. O Projeto SIS-Fronteira no Estado de Mato Grosso do Sul. In: SOUZA, M. L. et al. (org). A saúde e a inclusão social nas Fronteiras. Florianópolis: Fundação Beiteux, 2008.p.p.177-208.

Descritores :

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A Saúde da Família em Populações Carcerárias
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Titulo :

A Saúde da Família em Populações Carcerárias

Resumo :

O Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro com seu caráter de equidade, acessibilidade e integralidade, juntamente com a Portaria Interministerial nº 1.777 de 2003, garante o atendimento de saúde às populações que estão privadas de sua liberdade, visando ações de prevenção, promoção, assistência e reabilitação dos mesmos. A assistência ao homem encarcerado encontra inúmeros entraves, principalmente no âmbito da Estratégia de Saúde da Família onde o elemento complementar não está inserido no contexto do meio familiar, uma vez que o mesmo encontrasse longe da família, inserido em um ambiente muitas vezes insalubre e hostil, com diversos fatores que predispõe ao stress, doenças infectocontagiosas, má alimentação entre outros, além de poder interromper esta assistência, uma vez que o preso pode mudar a qualquer momento por diversos motivos e não dar prosseguimento ao tratamento quando necessário. O atendimento nas unidades prisionais do país, historicamente tem ocorrido da forma reducionista, com ações específicas voltadas para a doença, principalmente as mais prevalentes como as DST/AIDS/Hepatites, tuberculose, redução de danos associados ao uso de drogas, dermatites e imunizações. Já a ESF enfrenta dificuldades diante de uma diversidade e da complexidade do homem encarcerado, com inúmeros dilemas nesta construção do atendimento integral, com várias limitações para o trabalho, incluindo a periculosidade, que dificulta as ações do profissional de saúde. Entretanto, essa população tem direito ao atendimento digno, tais como os princípios do SUS. A presença da ESF pode contribuir para resgatar este indivíduo para a sociedade além de, valorizando a essência humana, respeitando os princípios éticos e legais dos profissionais da ESF. O Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário representa um crescimento para o País, assim como a contribuição para a prevenção e promoção da saúde do homem encarcerado representa um desafi o para profi ssionais de saúde que acreditam numa sociedade igualitária.

Autores :

Abdo, Rodrigo Ferreira

Referência :

ARBOLEDA-FLÓREZ e TABORDA. Princípios éticos aplicáveis na prática da psiquiatria forense. In: TABORDA, J.G.V., CHALUB, M., ABDALLA-FILHO, E. Psiquiatria Forense. Porto Alegre: Artmed, 2004. BERGAMINI, G. A PERSPECTIVA EXISTENCIAL DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NO PRESÍDIO FEMININO DO ESTADO DE RONDÔNIA publicado 16/09/2009 em http://www.webartigos.com Fonte: http://www.webartigos.com/articles/24886/1/APERSPECTIVA-EXISTENCIAL-DO-PROCESSO-DE-APRENDIZAGEMNO- PRESIDIO-FEMININO-DO-ESTADO-DE-RONDONIA/pagina1. html#ixzz1ObMcz8eM BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado Federal, 1988. ______. Lei n.º 7.210, de 11 de julho de 1984. Institui a Lei de Execução Penal. Diário Ofi cial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 13 jul. 1984. ______. Lei n.º 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Ofi cial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 20 set. 1990. ______. Lei n.º 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde - SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos fi nanceiros na área da saúde e dá outras providências. Diário Ofi cial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 31 dez. 1990. ______. Ministério da Justiça. Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. Censo Penitenciário de 1995. 2ª. ed. rev. Brasília: Imprensa Nacional, 1997. ______. Ministério da Justiça. Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. Resolução n.º 14, de 11 de novembro de 1994. Trata das regras mínimas para tratamento dos presos no Brasil. Diário Ofi cial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 2 de dez. 1994. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Manual para Organização da Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 1999. ______. Ministério da Saúde - Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas, Área Técnica de Saúde no Sistema Penitenciário. Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário. Brasília, 2004. ______. Portaria Interministerial n.º 1.777, de 9 de setembro de 2003. Disponível em: . ______. Portaria n.º 268, de 17 de setembro de 2003. Disponível em: . ______. Portaria n.º 1.552/GM, de 28 de julho de 2004. Publica os valores do custeio do Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário, e dá outras providências. Disponível em: .

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A Família e Educação em Saúde
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Titulo :

A Família e Educação em Saúde

Resumo :

A Unidade de Ensino III deste curso intitula-se: A Família e Educação em Saúde e é composta por dois módulos de aprendizagem: Módulo 1 - Promoção da Saúde e Intersetorialidade na Abordagem Familiar. Módulo 2 - A Família no contexto da Atenção Primária à Saúde. O Módulo 1, Promoção da Saúde e Intersetorialidade na Abordagem Familiar, traz a discussão de como fazer abordagens de promoção e educação em saúde dirigidas ao indivíduo, à família e à comunidade. O módulo está organizado em seis seções: a primeira discute a interface Promoção de Saúde/ Educação em Saúde e a infl uência do processo histórico na compreensão do binômio Saúde/Doença. A segunda seção apresenta a evolução do processo de educação em Saúde. A terceira seção traz a discussão da necessidade de realizar Promoção em Saúde para melhorar a qualidade de vida da população. A quarta seção traz a discussão do papel do profi ssional de saúde como agente facilitador no processo de Educação em Saúde. Na seção cinco discute-se a Educação em Saúde e ações interdisciplinares. E a seção seis mostra as técnicas de Educação em saúde. O módulo tem o objetivo dar a você, desta forma, ferramentas para escolher a melhor estratégia de abordagem no processo de educação em saúde de acordo com a situação local, fatores de risco e população-alvo, além de ajudá-lo a planejar a realização de uma proposta promotora/educadora em saúde. O módulo 2: A Família no Contexto da Atenção Primária à Saúde está dividido em cinco seções. A primeira seção apresenta as políticas voltadas à atenção das famílias. A segunda seção discute conceito de família, as funções e estrutura das famílias e as transformações da família contemporânea. A terceira seção discute as situações de vulnerabilidade a que as famílias estão expostas e apresenta as etapas para se trabalhar com famílias. A quarta seção traz as tecnologias de abordagem familiar. E, fi nalmente, a quinta seção discute as ferramentas para se realizar a abordagem familiar. Com a apresentação e discussão destes conteúdos você terá a oportunidade de fazer uma refl exão a respeito de seus conhecimentos e começar a aplicar estas ferramentas na atenção de sua população. Este módulo tem os seguintes objetivos: promover a mudança do foco de atenção das equipes de saúde da família e a atenção às doenças para uma abordagem centrada no indivíduo e sua família. Estes dois módulos são fundamentais para que você tenha instrumentos efi cazes para manter e recuperar a saúde de sua comunidade. Efetivar o conceito que a estratégia de saúde da família apresenta é muito mais amplo que atender os doentes de sua área. A estratégia de saúde da família só cumprirá sua fi nalidade a partir do momento que sua população adscrita seja capaz de construir um modo de vida saudável garantindo a saúde de todos os membros da comunidade.

Autores :

De Carli, Alessandro Diogo; Pereira, Paulo Zárate; De Carli, Grasiela; Zafalon, Edilson José; Lacerda, Valéria Rodrigues; Zárate, Cibele Bonfim de Rezende; Correia, Adélia Delfi na da Motta Silva; Gastaud, Ana Lúcia Gomes da Silva; Silva, André Luiz da Motta; Sales, Cibele Alves Chapadeiro de Castro; Miranda, Daniel Estevão; Andrade, Helga Yuri Silva Okano; Machado, Jacinta de Fátima Franco Pereira; Geniole, Leika Aparecida Ishiyama; Araújo, Maria Rizoneide Negreiros

Referência :

AERTS, D. et al. O Processo de Territorialização: construindo um novo modelo de atenção à saúde. Centro de Vigilância em Saúde, Secretaria Municipal de Saúde, POA/RS, 1999. ALVARENGA, L. M. C. A prática médica no programa de saúde da família e sua contribuição para a mudança do modelo técnico-assistencial em saúde. Limites e Possibilidades. São Paulo: 2004, Dissertação de Mestrado- Faculdade de Saúde Pública da USP.

Descritores :

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